PSYCH-K: a técnica para se transformar de dentro para fora

Vou abordar hoje uma Terapia Integrativa que trabalha o inconsciente e o alinha ao consciente. Por isso, aí vão algumas perguntas: você já reparou por qual parte do corpo você começa a se ensaboar no banho? Se você pensa muito nas marchas ao dirigir?

Provavelmente você pode ter dito não a alguma dessas questões. Tudo bem. É isso aí mesmo. Nosso organismo é inteligente e seletivo e acaba deixando que as decisões repetitivas sejam gravadas pelo subconsciente.

Assim, tem muita gente que relata chegar ao trabalho de forma automática ou então não reparar se trancou a casa antes de sair. Com tantas informações com as quais temos que lidar no dia a dia, o cérebro poupa nossa energia para pensar em coisas, digamos, mais nobres.

Subconsciente, a parte mais alerta do nosso corpo

No entanto, ao deixarmos para o subconsciente as decisões, aí também se encontram as más experiências e as situações nem sempre bem vividas por nós. E deixamos de realizar toda nossa potencialidade.

Quantas vezes nós queremos realizar algo (emagrecer, por exemplo), mas vem uma voz ao pé do ouvido dizendo assim: esse é o último pedaço de bolo, despeça-se dele e amanhã você começa o regime. Quem nunca?!

E então esse mesmo boicote subconsciente toma conta de nós amanhã, depois e no dia seguinte, semanas, anos e décadas. Como diz Bruce Lipton, cientista que chancela a técnica de terapia integrativa PSYCH-K e autor de A Biologia da Crença, a mente subconsciente é muito mais poderosa e forte do que a mente consciente. “Se os desejos da mente consciente entram em conflito com os programas subconscientes, qual lado você acredita que vencerá?”, questiona. Você chuta um palpite?

Minha experiência com PSYCH-K

Foi por meio de um encontro promovido pelo universo que conheci Karla Ramonda, facilitadora da Terapia Integrativa PSYCH-K. Curiosa na essência e incomodada por não conseguir mudar as questões que mais me atrapalhavam deslanchar na vida, dei uma chance à técnica.

No primeiro encontro, fiquei ressabiada, porque era um tal de analisar o tônus muscular e Karla dava comandos do tipo “fique forte/fique forte”. Mais tarde, claro, compreendi que, mesmo que conscientemente a gente ordenasse manter o braço forte, o subconsciente nunca mente. Ele sempre está em alerta, não dorme com a mente consciente. Já pensou nisso?

Por isso, mesmo a princípio cética, por ser uma técnica totalmente inovadora, resolvi me entregar à técnica. E eu me espantei quando depois do primeiro encontro, em que fiz a meta de ser mais produtiva e combater a procrastinação, minha disposição mudou. Passei a realizar coisas. Saí da cama que ousava em me agarrar para me prender à depressão.

Autorrespeito e aprender a dizer não

Nos outros três encontros, trabalhei metas como o autorrespeito, o amor próprio, a dificuldade em enfrentar um conflito e de dizer não e, claro, a minha gula. O resultado foi um dia após o outro. Você acredita que no dia seguinte de trabalharmos a meta sobre fazer escolhas mais saudáveis acabei comprando um doce folhado com doce de leite.

E pensei comigo usando o consciente: não adiantou nada, continuo fazendo a escolha pelas gordices… Mas aquela voz, ao invés de falar para mim que amanhã começa a dieta, falou algo que nunca havia escutado. Ouvi algo do tipo: por que você faz essas escolhas para sua vida, Ana? Veio do meu subsconsciente para meu consciente, o que traz consonância entre o que eu quero, sinto e vou fazer. Algo a partir dali foi ressignificado.

Dando um basta no piloto automático imposto pelo inconsciente

Por toda essa caminhada que tive com a técnica até agora, posso assegurar que é realmente um mergulho para dentro de nós, indo direto na raiz daquele problema específico que nos trava no dia a dia e não sabemos explicar. E essa raiz é muito sutil, porque é nosso subsconsciente soprando no nosso ouvido o que temos que fazer ou deixar de fazer. É como se fôssemos marionetes atuando por meio dos comandos do inconsciente.

Não aguenta mais ser do jeito que você é? Quer romper esse ciclo? Invista na técnica PSYCH-K e entregue-se aos conhecimentos da facilitadora Karla Ramonda.

Conheça o trabalho dela pelo site ou leia outros artigos que ela escreve no portal Eu sem Fronteiras.

Gratidão.

RelatedPost

About the author:

Leave a Reply

Your email address will not be published.