Minha experiência com a psicoterapia reencarnacionista

maio 12, 2019 Por Ana Carvalho 0

Eu já sabia que o terapeuta integrativo Welington de Jesus tinha se formado em Psicoterapia Reencarnacionista.

Curiosa por natureza e já tendo desenvolvido em centro espírita kardecista na minha adolescência, quando psicografava, queria experimentar a técnica.

No entanto, eu estava aguardando o período em que iria fazer uma sessão por necessidade e não por mera curiosidade. E tudo acontece na hora certa e no momento certo.

Entre idas e vindas, um dia deu tudo certo para a realização da sessão. E naquele dia eu me sentia muito, muito cansada. Sono mesmo. E o corpo parece que me puxava para baixo… E na vida prática, eu estava procrastinando… iniciava projetos e parava no meio… Foram esses empecilhos que descrevi na entrevista inicial com Welington.

O início

Começamos a sessão com uma música de fundo bem tranquila, deitei numa maca e Welington conduziu uma meditação guiada, começando a relaxar.

Aí então comecei a bocejar sem parar e a partir de um ponto, com perguntas do terapeuta, surgiu na minha frente a imagem de uma feira bem antiga.

Calculo que o ano era por volta de 1400. As roupas eram de algodão cru, pesadas. E eu estava mais pesada do que nunca – literalmente. Era uma pessoa alta mas enormemente gorda. Estava cansada também de carregar a própria vida.

Acessei uma das minhas vidas passadas

Eu fazia e vendia barros de cerâmica na feira, mas ninguém se interessava por eles. E nem por mim. Eu passava despercebido por todos. Praticamente uma pessoa invisível.

Estava desistindo da vida, mas tinha gente em casa que dependia do meu sustento. Então eu seguia em frente, mesmo que meus barros já não fossem tão bonitos. Perdi até isso: a vontade de fazer artigos com esmero.

Seguindo a orientação de Welington, cuja voz estava longe, mas eu estava plenamente consciente, ele me disse para adiantar aquela vida, mas acabei indo para outro momento.

Supus que fosse outra reencarnação. Nessa cena, eu me deparei comigo com vestes humildes, seguindo duas damas da sociedade. Lá pelos anos 1800 porque havia charrete na rua.

O meu sentimento era de inveja de não ter o que elas tinham, belos vestidos e situação privilegiada na sociedade. E eu era a serviçal levando chapéus, roupas de seda e outras compras das duas damas. Elas de charrete, eu a pé e novamente imperceptível, praticamente um objeto.

Os aprendizados dessa experiência

Ao retornar para o presente, o que ficou dessa experiência é que ambas me trouxeram algumas explicações para algumas atitudes minhas de “invisibilidade”.

Tanto na profissão, onde sempre escolhi ficar nos bastidores, quanto na vida diária, quando optava por deixar a minha roupa cor cinza, o cabelo cor castanho, passando despercebida pelos ambientes.

Por vários dias a experiência ficou marcante na minha lembrança, nos dias seguintes me deu vontade de ouvir músicas clássicas, mas deixei para trás aquela sensação toda que me acompanhava de torpor pela vida e situações.

Logicamente que a Psicoterapia Reencarnacionista tem mais aderência e resultados para quem, obviamente, acredita em reencarnação e que ocupamos vários corpos e carregamos da casca apenas a nossa consciência.

Para quem não tem esse perfil, quem sabe experimentar essa terapia integrativa pode surpreender. Aquele com o copo mais vazio pode ser o que mais vai se beneficiar. Só dá para saber fazendo.

Gratidão Welington.

Não é à toa que você é de Jesus.

P.S.: Welington de Jesus faz parte dos nossos profissionais associados.

Dê uma olhada lá.